segunda-feira, 21 de junho de 2010

BÍBLIA CATÓLICA E PROTESTANTE

A BÍBLIA CATÓLICA E A PROTESTANTE

 A Bíblia é o conjunto de todos os livros inspirados por DEUS. É a coleção completa de tudo o que foi escrito sob a inspiração DIVINA. A palavra “Bíblia” significa “Livros”. A Bíblia se divide em duas partes: Antigo Testamento e Novo Testamento. O Antigo Testamento conta a História do início da humanidade até JESUS. O Novo Testamento narra a vida de Jesus, Sua Doutrina e a história dos primeiros anos da Sua Igreja (A Santa Igreja Católica Apostólica Romana ). As passagens bíblicas começaram a ser escritas esporadicamente (de tempos em tempos) desde as épocas anteriores a Moisés. Moisés foi o primeiro codificador das tradições orais e escritas de Israel, no século XIII(Ano 1.300 antes de CRISTO). A essas TRADIÇÕES (Leis, narrativas, peças litúrgicas) foram acrescidos, aos poucos outros escritos, no decorrer dos séculos. O Antigo Testamento foi quase todo escrito em hebraico, sobre peles de cordeiros (pergaminhos). O Novo Testamento foi todo escrito em grego, também em pergaminhos. No século I da Era Cristã, começaram a aparecer os livros cristãos (Cartas de São Paulo, Evangelhos, Cartas dos Apóstolos e Apocalipse) que se apresentam como continuação dos Livros Sagrados dos Judeus. Estes, porém, (Os Judeus) não tendo aceitado JESUS COMO O MESSIAS, trataram de impedir que se fizesse a “aglutinação” de Livros “Cristãos" (Novo Testamento) aos Livros Sagrados deles. (Antigo Testamento) Por causa deste problema os Judeus de Jerusalém se reuniram no Sínodo de JÂMNIA, ao sul da Palestina, por volta do ano 100 depois de CRISTO, a fim de estabelecer os critérios que deveriam caracterizar os livros inspirados por DEUS. Foram estipulados os seguintes critérios: Primeiro: O Livro Sagrado não pode ter sido escrito fora de Israel. Segundo: Não em língua aramaica ou grega ou outra língua estrangeira. (Os Evangelhos foram escritos em GREGO) Terceiro: Não depois de "Esdras". Acontece, porém, que em Alexandria, No Egito, havia uma próspera colônia de Judeus que, vivendo em terras estrangeiras e falando língua estrangeira (O Grego), não adotou os critérios nacionalistas estipulados pelos Judeus de Jâmnia. Os Judeus de ALEXANDRIA chegaram a traduzir o Antigo Testamento para o Grego entre 250 e 100 antes de CRISTO, dando assim origem à Versão Alexandrina do Antigo Testamento, também chamada de “Dos Setenta Intérpretes”. Esta edição bíblica “grega” encerra (acolhe) os Livros que os Judeus de Jâmnia rejeitaram. Ora, acontece que os Apóstolos e Evangelistas, ao escreverem o Novo Testamento em grego, citavam o Antigo Testamento “alexandrino”, escrito em grego, mesmo quando diferia do texto em hebraico. Para comprovar estes fatos, basta ver MATEUS – 12,3(que cita Isaías 7,14) e HEBREUS – 10,5(que cita Salmo 40,7) (Estes escritos NÃO fazem parte da Bíblia dos Judeus de Jerusalém-Jâmnia). Por conseqüência, O Livro Sagrado de “Alexandria” foi o Livro que os Apóstolos e Evangelistas nos deixaram. Ora, se os Apóstolos eram, por todo tempo, inspirados e guiados pelo ESPÍRITO SANTO, então este Antigo Testamento de “Alexandria” é o que devemos aceitar. Este Antigo Testamento é o mesmo da Igreja Católica. Prevalece até hoje, na Igreja Católica, a consciência de que, Os Livros Sagrados tem de ser o mesmo adotado pelos apóstolos, posto que agiam sob a ação direta do ESPÍRITO SANTO. Em Vista disso os Concílios da Igreja Católica de Hippona (Ano 393) - Cartago III (Ano 397) - entre outros, definiram a Bíblia Católica, que posteriormente foi confirmada nos Concílios de Florença (1442) e Vaticano (1870). Quem é Martinho Lutero para contestar um legado dos Santos Apóstolos do Senhor Jesus? (O Antigo Testamento que Martinho Lutero adotou é o mesmo dos Judeus de Jerusalém, que rejeitaram O Messias, Jesus Cristo, pregando-O na Cruz!) Importantíssimo: até o ano de 1.500, a única Bíblia Cristã existente na face da terra era a Bíblia Católica! Foi Martinho Lutero, um ex-sacerdote, excomungado pela Igreja, que, ao criar a “sua” igreja, denominada de “Igreja Luterana”, forjou a “sua bíblia”, tomando a Bíblia Católica sem os SETE LIVROS citados anteriormente, que passou desde então a ser chamada de “bíblia protestante”. Aliás, a Bíblia que os Apóstolos e Evangelistas nos deixaram contém exatos 73 livros. Martinho Lutero, simplesmente tirou SETE LIVROS DA BÍBLIA CATÓLICA e “fez” assim a “sua bíblia protestante”, contendo 66 Livros. Ora, todos sabemos que o número de satanás é 6(Seis). Sabemos que é ele (satanás) quem causa divisão e discórdia no Povo de DEUS. Portanto, Martinho Lutero foi um instrumento que o maligno usou para tirar milhões de criaturas da presença (física) de Deus na Eucaristia. Concluindo: o número de Martinho Lutero é 6 (seis) e a “sua bíblia” tem 66 (sessenta e seis) livros, o que dá o número 666...... o que pensar diante disso? Agora vamos raciocinar: Se concordamos que os Apóstolos tem a unção do Espírito Santo, então temos que concordar que a palavra que eles nos legaram é a autêntica “Palavra de Deus”, que não por acaso é a Bíblia Católica! as igrejas protestantes e os seus fundadores NOME FUNDADOR DATA LOCAL Igreja Luterana Martinho Lutero 1.517 Alemanha Igreja Episcopal (Anglicana) Rei Henrique VIII 1.534 Inglaterra Igreja Presbiteriana John Knoxx 1.560 Escócia Igreja Congregacional Robert Browne 1.580 Inglaterra Igreja Batista John Smith 1.611 Inglaterra Igreja Metodista John Wesley 1.738 Inglaterra Igreja de Jesus Adventista Willian Miller 1.831 EUA Testemunhas de Jeová Charlles Russel 1.874 EUA Exército da Salvação William Booth 1.878 Inglaterra Espiritismo Allan Kardec 1.893 EUA Igreja Pentecostal Vários “pastores” 1.914 EUA Assembléia de Deus Vários “pastores” 1.914 EUA (No ano de 1.517, quando foi “inventada” a primeira denominação protestante, a Igreja Católica já tinha cerca de 1.480 anos! Alíás, a Bíblia dos Apóstolos (Católica) foi traduzida do grego para o latim por São Jerônimo por volta do ano 300! (A Igreja Católica já tinha 267 anos e São Jerônimo era Padre) a Bíblia fala muito sobre os “falsos pastores ”que surgiriam nos fins dos tempos! Só não vê quem não quer! == todas as demais denominações não relacionadas acima surgiram mais recentemente. a Igreja Católica é a única Igreja pentecostal, pois “nasceu” no dia de Pentecostes!. = É a única verdadeiramente “universal”, pois é a única que está presente em todas as nações da face da terra!. (aliás, “católica” é uma palavra “grega”-katholes-, que em bom português significa: de todos – universal) – É a única que tem um único ritual em qualquer país do mundo! É a única cujo povo fala a mesma "linguagem" em qualquer lugar do mundo! É a única que existe desde o princípio do cristianismo e cujo povo é o único que anda na Presença “física” de =DEUS= na Eucaristia! Povo Católico, povo que se alimenta com o “Pão do Céu”, o “Maná Escondido”, que nos sustenta para a Vida Eterna!!.
OS "APÓCRIFOS" NA BÍBLIA PROTESTANTE DO REI TIAGO E O ARGUMENTO "GENEVA"Autor: Charles the Hammer Fonte: Traditional Catholic Apologetics Tradução: Carlos Martins Nabeto Muitos ardorosos seguidores da versão protestante inglesa da Bíblia, a versão do Rei Tiago (KJV), tentam negar a presença dos livros deuterocanônicos ("apócrifos") na versão original de 1611. Eles afirmam que os tradutores não consideravam os livros "apócrifos" como Escrituras e, para provar este ponto de vista, utilizam a Bíblia de Geneva de 1560. Argumentam mais ou menos o seguinte: "Algumas das primeiras Bíblias em inglês (anteriores a 1611), tal com a Bíblia de Geneva, continham uma nota de renúncia declarando que os livros Apócrifos não eram inspirados. Algumas edições da Bíblia de Geneva, de 1599, foram publicadas sem os Apócrifos. A primeira edição da Bíblia de Geneva trazia notas marginais criticando o texto dos Apócrifos". Uma observação bem importante: a Bíblia "de Geneva" foi rejeitada pela Igreja da Inglaterra (responsável pela tradução da KJV). Os tradutores anglicanos, no prefácio, também atacaram e abertamente denunciaram esta outra tradução protestante, por abandonar as palavras eclesiásticas tradicionalmente aceitas: "Infelizmente, tivemos que evitar a escrupolosidade dos puritanos, que abandonaram as antigas palavras eclesiásticas, e se entregaram a outras, como quando usam 'lavagem' ao invés de 'batismo' e 'congregação' ao invés de 'Igreja'" (cf. o prefácio original da KJV de 1611, p. 11, chamado "Ao Leitor"). Foi exatamente por esse motivo que o pseudo-erudito rei Tiago da Inglaterra, em pessoa, declarou que a versão de Geneva era, para ele, "a pior coisa que já aparecera" (v. English Versions of The Bible, 1952, p. 229). Aliás, uma das razões da criação da tradução da KJV foi competir e lutar contra a versão de Geneva, ao ponto que a posse de uma destas Bíblias puritanas "de Geneva" na Inglaterra Anglicana significava, quase sempre, naquela época, morte certa. Portanto, a existência ou não de uma "nota de renúncia" na Bíblia puritana de Geneva, não significa, absolutamente, que os tradutores da KJV assim faziam ou pensavam quanto aos livros deuterocanônicos, ainda que "algumas edições da Bíblia de Geneva, de 1599, foram publicadas sem os Apócrifos". Em 1615, o arcebispo George Abbott, membro da Corte de Alta Comissão e um dos tradutores originais da versão da KJV de 1611, "proibiu a qualquer um que publicasse uma Bíblia sem os Apócrifos, sob pena de um ano de prisão" (Moorman, Forever Settled, p. 183). Esta ordem mirava principalmente os possuidores da Bíblia de Geneva que, em 1599, fora impressa sem os deuterocanônicos. Quanto ao argumento de que "a primeira edição da Bíblia de Geneva trazia notas marginais que criticavam o texto dos Apócrifos", é preciso considerar o seguinte: A Bíblia de Geneva possuía extensas notas marginais: aproximadamente 300 mil palavras, o que corresponde a um terço do próprio texto bíblico! Mas foram essas notas marginais também a razão de seu abandono. As notas, fortemente protestantes (calvinistas), enfureceram tanto o rei Tiago que ele as considerava "parciais, mentirosas, aliciantes, recheadas de perigos e conceitos traidores" e declarou como crime capital a sua posse. Tiago I estava particularmente preocupado com certas notas marginais como a de Êxodo 1,9, que indicava que a parteira hebréia estava certa em desobedecer as ordens do rei egípcio (o rei Tiago sentiu que isto minava a teoria do poder divino dos reis), e a nota de 2Crônicas 15,16, que dizia que o rei Asa deveria ter executado sua mãe e não somente depô-la pelo crime de adoração de um ídolo: "...supõe-se que a mente confusa de Tiago logo pensou que isto pudesse refletir desfavoravelmente para a memóra de sua própria mãe, a rainha Maria de Escócia" (Bruce, History of the Bible in English, p. 97). Consequentemente, o rei Tiago introduziu a versão do rei Tiago (KJV), que se aproximava muito da Bíblia de Geneve, exceto nas notas marginais, motivo de sua fúria. Assim, a versão do rei Tiago originou-se do desgosto do rei pelos breves, mas influentes, comentários doutrinais; ele considerava tais notas marginais uma ameaça política para o seu reino. Para finalizar, qual era a posição dos livros deuterocanônicos na KJV? Vamos, então, conhecer a posição do próprio rei Tiago sobre os livros "Apócrifos": "Quanto às Escrituras, nenhum homem duvide: crerei nelas; para os Apócrifos, farei o mesmo que os antigos fizeram: continuarão a ser impressos e obrigatórios em nossas Bíblias, serão lidos publicamente em nossas Igrejas; eu os reverencio como escrituras provindas de homens bons e santos, mas como não eram encontrados no cânon, temos deles lição secundária (secundae lectionis) ou ordinis" [Thomas Fuller, The Church History Of Britain, Oxford, 1845]. Sabemos que o rei Tiago tenha a intenção de ter os "Apócrifos" em sua Bíblia, tanto que ele mesmo criou um Comitê de Tradução com uma estrutura bem específica, composto por seis equipes de tradutores, cada qual com 47 homens. Três equipes eram responsáveis pelo Antigo Testamento, duas pelo Novo Testamento e uma, especificamente, pelos "Apócrifos".