sábado, 12 de março de 2016

obras de Misericórdia - Quaresma 2016


A Prática da Humildade - São Leão XIII

A Prática da Humildade

  POR PROF. FELIPE AQUINO 6 DE AGOSTO DE 2015 ESPIRITUALIDADE

humildade 11

É uma verdade indiscutível que não haverá misericórdia para os soberbos, que para eles permanecerão fechadas as portas dos céus e que o Senhor só as abrirá aos humildes.

Para convencer-se, basta abrir as Sagradas Escrituras, que continuamente ensinam-nos que Deus resiste aos orgulhosos, que é preciso fazer-se semelhantes aos pequeninos para entrar na sua glória, que quem a eles não se assemelha será excluído e, por fim, que Deus só outorga a sua graça aos humildes.

Não poderemos nunca convencer-nos adequadamente de grande importância que tem, para todo cristão e principalmente para todos os que seguem a carreira eclesiástica, o cuidado de praticar a Humildade e eliminar do seu espírito toda presunção, toda vaidade e todo orgulho. Nenhum esforço ou fadiga será demasiado para obter o fim desejado numa empresa tão santa, e, como este fim não pode ser obtido sem a graça de Deus, devemos pedi-la instante e frequentemente. Todo cristão contraiu, no batismo, a obrigação de seguir Jesus Cristo, e é Ele o modelo segundo o qual devemos todos regular a nossa vida.

Todo cristão contraiu no batismo a obrigação de seguir os passos de Jesus Cristo, que é o modelo a que devemos conformar a nossa vida. Ora bem, este Deus Salvador praticou a Humildade a ponto de se fazer o opróbrio dos homens, para humilhar a nossa altivez e curar a chaga do nosso orgulho, ensinando-nos com o seu exemplo o caminho único que conduz ao céu. Para falar com propriedade, esta é a mais importante lição do Salvador: “Aprendei de mim!”

Se desejas, pois, ó discípulo do divino Mestre, adquirir esta pérola preciosa, que é o mais seguro penhor de santidade e o mais certo sinal de predestinação, recebe com docilidade e executa fielmente os seguintes conselhos:

I

Abre os olhos de tua alma, e pensa que nada tens para te mover a alguma estima de ti. De teu, só tens o pecado, a debilidade, a fraqueza; e quanto aos dons da natureza e da graça que estão em ti, assim como os recebeste de Deus, que é o princípio de todo ser, assim só a Ele deves dar glória.

Leia também: O maior tesouro

Oração da humildade, de Santa Teresinha do Menino Jesus

II

Concebe por isso um profundo sentimento do teu nada, e faze-o crescer constantemente em teu coração, apesar do orgulho que domina em ti. Intimamente, persuade-te de que não há no mundo coisa mais vã e ridícula que o desejo de ser estimado por alguns dotes da gratuita liberalidade do Criador, pois, como diz o Apóstolo, se os recebeste, por que te glorias como se fossem teus, e não os tivesses recebido? (1 Cor 4,7).

III

Pensa frequentemente na tua fraqueza, na tua cegueira, na tua vileza, na tua dureza decoração, na tua inconstância, na tua sensualidade, na tua insensibilidade para com Deus, no teu apego às criaturas e em tantas outras viciosas inclinações que nascem da tua natureza corrompida. Sirva-te isto de grande motivo para te abismares continuamente no teu nada, e seres aos teus olhos o menor e o mais vil de todos.

Ouça também: A humildade e a soberba

Por que devemos ser humildes?

 IV

A memória dos pecados da tua vida passada esteja sempre impressa no teu espírito. Nenhuma outra coisa reputes tão abominável como o pecado da soberba, o qual, posto em comparação, vence qualquer outro, tanto sobre a terra como no inferno: este foi o pecado que fez prevaricar os anjos no céu e os precipitou nos abismos; este foi o que corrompeu todo o gênero humano, e que fez cair sobre a terra aquela infinita multidão de males, que durarão enquanto durar o mundo, ou, melhor dizendo, durarão toda a eternidade.

Ademais, uma alma maculada pelo pecado só é digna de ódio, de desprezo e de suplícios; vê, portanto, qual estima podes fazer de ti mesmo, depois de tantos pecados dos quais te tornaste culpado.

V

Considera também que n ao há delito, por enorme e detestável que seja, ao qual não se incline a tua natureza corrompida, e do qual não possas fazer-te réu; e que só pela misericórdia de Deus e pelo socorro das suas divinas graças foste dele livre até hoje, segundo aquela sentença de Santo Agostinho: “Não haveria pecado no mundo que o homem não cometesse, se a mão que fez o homem deixasse de sustentá-lo” (Arl. C. 15);

Chora eternamente esse deplorável estado, e toma a firme resolução de te incluíres entre os mais indignos pecadores.

VI

Pensa frequentemente que cedo ou tarde deves morrer, e que o teu corpo deverá apodrecer numa fossa; tem sempre diante dos olhos o inexorável tribunal de Jesus Cristo, onde todos necessariamente devem comparecer; medita nas eternas penas do inferno preparadas para os maus, e principalmente para os imitadores de Satanás, que são os soberbos. Considera sinceramente que, por esse véu impenetrável que esconde aos olhos mortais os juízos divinos, estás na incerteza de pertencer ou não ao número dos réprobos, que eternamente, em companhia dos demônios, serão arrojados naquele lugar de tormentos, para serem vítimas eternas de um fogo aceso pela ira divina. Esta incerteza deve bastar por si só, para conservar-te numa extrema humildade, e para inspirar-te o mais salutar temor.

VII

Não te iludas pensando que poderás conseguir a Humildade sem aquelas práticas que a ela estão ligadas, como os atos de mansidão, de paciência, de obediência, de ódio contra ti, de renúncia ao teu sentimento e às tuas opiniões, de arrependimento de teus pecados e outros atos semelhantes, porque somente estas armas poderão vencer em ti o reino do amor-próprio, aquele abominável terreno onde brotam todos os vícios, onde se aninham e crescem desmedidamente o teu orgulho e a tua presunção.

VIII

Tanto quanto possível, observa o silêncio e o recolhimento, desde que isso não cause prejuízo a outrem, e, quando fores obrigado a falar, fala sempre com gravidade, com modéstia e simplicidade. E se por acaso não fores ouvido, seja por desprezo ou por qualquer outra causa, não te mostres ressentido, mas aceita essa humilhação, e sofre-a com resignação e tranquilidade.humildade_menor

IX

Com todo cuidado e atenção, evita proferir palavras atrevidas, orgulhosas, e que indiquem pretensão de superioridade, como também qualquer frase estudada e toda a sorte de gracejos frívolos; cala sempre tudo aquilo que puder fazer com que te considerem uma pessoa de espírito e digna da estima dos outros. Em uma palavra, nunca fales de ti sem justo motivo, e nada digas que possa granjear-te honra e louvor.

  X

Cuida-te de não mortificar e ferir a outrem com palavras e sarcasmos; foge, numa palavra, de tudo o que lembra o espírito mundano. Fala pouco das coisas espirituais, e não o faças em tom magistral e à maneira de repreensão, a não ser que a isso sejas obrigado por teu cargo ou pela caridade: contenta-te com interrogar os que delas entendem e que sabes que te podem dar conselhos oportunos; porque o querer fazer-se de mestre sem necessidade é acrescentar lenha ao fogo da nossa alma, que se consome em fumaça de soberba.

Trecho extraído do livro “ A Prática da Humildade”, de Gioacchino Pecci (Leão XIII)

PECCI, G. (LEÃO XIII). A Prática da Humildade. Ed. Cultor de Livros, São Paulo, 2012.

domingo, 6 de março de 2016

Brasil pede Socorro, Fomos assaltados pelo Governo e seu Partido Dominante

Estamos de luto pela corrupção e impunidade reinantes no País, Como |Cristãos responsáveis apoiamos o Juiz Sérgio Moro e a Justiça, tão viciada pelos Ministros colocados pelo governo, nossa economia destruída  e progressivos ataques a Famílias e ao Cristãos Católicos... Manifesto o meu apoio seja ao Impeachment, anulação das eleições fraudadas ou ainda a intervenção.... Do jeito que está o povo está passando fome , as empresas falindo e as instituições corrompidas.

  







sábado, 30 de janeiro de 2016

Catequese sobre o Credo

Credo - Nossa Profissão de fé

u  O que é o Credo ?
Em seus doze artigos, o ‘Creio’ sintetiza tudo aquilo que o católico crê.
Desde o início de sua vida apostólica, a Igreja elaborou o que passou a ser chamado de “Símbolo dos Apóstolos”, cujo nome é o resumo fiel da fé dos apóstolos de Jesus. Foi uma maneira simples e eficaz de a Igreja exprimir e transmitir a sua fé em fórmulas breves e normativas para todos. Em seus doze artigos, o ‘Creio’ sintetiza tudo aquilo que o católico crê. Este é como “o mais antigo Catecismo romano”. É o antigo símbolo batismal da Igreja de Roma.
·         “ A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.”
 Hebreus 11:1
“ A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.”
 Hebreus 11:1

Ele é o símbolo da da fé e identificação do Católico.

Por esse motivo é professado solenemente no Batismo e na Missa e outras ocasiões como renovação dos votos de nosso Batismo.

Ele é tão importante que boa parte do catecismo da Igreja Católica é a explicação detalhada desta oração, no qual se baseia toda a nossa fé.

Desde o início da vida apostólica o verdadeiro católico deve conhecer a fundo esta oração para saber os fundamentos da religião no qual ele professa. 

·         Ele é o símbolo da da fé e identificação do Católico.

·         Por esse motivo é professado solenemente no Batismo e na Missa e outras ocasiões como renovação dos votos de nosso Batismo.       Ele é tão importante que boa parte do catecismo da Igreja Católica é a explicação detalhada desta oração, no qual se baseia toda a nossa fé.

·         Desde o início da vida apostólica o verdadeiro católico deve conhecer a fundo esta oração para saber os fundamentos da religião no qual ele professa.

·         Renovação das Promessas do Batismo
O credo recitado no batismo e na Missa  pela Assembleia , Pais e Padrinhos também é uma renovação das promessas do Batismo.
·         Oração de Cura e Libertação
Quando é recitado o Credo é uma forte oração de cura e Libertação pois afirma nossa fé e o que acreditamos perante Deus.    Em alguns exorcismos o inimigo tem se mostrado contrariado quando rezamos o Credo.  


A oração do Credo na Bíblia
A oração do Creio tem sua fundamentação na Bíblia
A oração do Credo
No encerramento do Ano da Fé (30/6/67 a 30/6/68), em comemoração dos 1900 anos dos martírios de São Pedro e São Paulo, o Papa Paulo VI quis oferecer à Igreja a sua Profissão de Fé, que se chamou o Credo do Povo de Deus. Muitas razões tornaram este CREDO de Paulo VI de grande importância para a Igreja, sendo muito utilizado e citado nos documentos posteriores da Igreja. Desde o início de sua vida apostólica, a Igreja elaborou o que passou a ser chamado de Símbolo dos Apóstolos, assim chamado por ser o resumo fiel da fé dos Apóstolos; foi uma maneira simples e eficaz da Igreja apostólica exprimir e transmitir a sua fé em fórmulas breves e normativas para todos. O Creio sintetiza tudo aquilo que o católico crê. Este é como que o mais antigo Catecismo romano. O Creio, é a identificação do católico. Assim, ele é professado solenemente no Dia do Senhor, no Batismo e em outras oportunidades.
Desses dois importantes Concílios originou-se o ‘Credo’ chamado “Niceno-constantinopolitano”, o qual traz os mesmos artigos da fé do ‘Símbolo dos Apóstolos’, porém de maneira mais explícita e detalhada, especialmente no que se refere às Pessoas divinas de Jesus e do Espírito Santo.

Além desses dois símbolos da fé mais importantes, outros ‘Credos’ foram elaborados ao longo dos séculos, sempre em resposta a determinadas dificuldades ou dúvidas vividas nas Igrejas Apostólicas antigas. Um exemplo é o símbolo “Quicumque”, dito de Santo Atanásio (295-373), bispo de Alexandria; as profissões de fé dos Concílios de Toledo, Latrão, Lion, Trento e também de certos Pontífices como a do Papa Dâmaso e do Papa Paulo VI (1968).
“O Símbolo denominado niceno-constantinopolitano tem sua grande autoridade no fato de ter resultado dos dois primeiros Concílios ecumênicos (325 e 381). Ainda hoje ele é comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente” (CIC§ 195).
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado não criado,
consubstancial ao Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E, por nós, homens, e para a nossa salvação,
desceu dos céus:
e encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado
sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as escrituras;
E subiu aos céus,
onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória,
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida,
e procede do Pai;
e com o Pai e o Filho
é adorado e glorificado:
Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja una, santa,
católica e apostólica.
Professo um só batismo
para remissão dos pecados.
Espero a ressurreição dos mortos;
E a vida do mundo que há de vir.
 Amém.
A oração do Credo na Bíblia - Credo de Paulo VI
CREIO EM DEUS - Nosso Deus é o único Senhor (Deuteronômio 6,4; Marcos 12,29).
PAI TODO-PODEROSO - O que é impossível para os homens é possível para Deus (Lucas 18,27)
CRIADOR DO CÉU E DA TERRA - No princípio, Deus criou o céu e a terra (Gênesis 1,1).
CREIO EM JESUS CRISTO - Ele é o resplendor glorioso de Deus, a imagem própria do que Deus é (Hebreus 1,3).
SEU ÚNICO FILHO - Pois Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu Filho único, para que todo aquele que crer nele não morra, mas tenha a vida eterna (João 3,16).
NOSSO SENHOR - Deus o fez Senhor e Messias (Atos 2,36).
QUE FOI CONCEBIDO POR OBRA E GRAÇA DO ESPÍRITO SANTO - O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Deus Altíssimo repousará sobre ti como uma nuvem. Por isso, o menino que irá nascer será chamado Santo e Filho de Deus (Lucas 1,35).

NASCEU DA SANTA VIRGEM MARIA - Tudo isto ocorreu para que se cumprisse o que o Senhor havia dito por meio do profeta: A virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado Emanuel, que significa: Deus está conosco) (Mateus 1,22-23).
PADECEU SOB O PODER DE PÔNCIO PILATOS - Pilatos tomou então a Jesus e mandou açoitá-lo. Os soldados trançaram uma coroa de espinhos, a puseram na cabeça de Jesus e o vestiram com uma capa escarlate (João 19,1-2).
FOI CRUCIFICADO - Jesus saiu carregando sua cruz para ir ao chamado lugar da caveira (que em hebraico chama-se Gólgota). Ali o crucificaram e, com ele, outros dois, um de cada lado. Pilatos mandou afixar sobre a cruz um cartaz, que dizia: Jesus de Nazaré, rei dos judeus (João 19,17-19).
MORTO E SEPULTADO - Jesus gritou fortemente: Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito! e, ao dizer isto, morreu (Lucas 23,46). Depois de baixá-lo da cruz, o envolveram em um lençol de linho e o puseram em um sepulcro escavado na rocha, onde ninguém ainda havia sido sepultado (Lucas 23,53).
DESCEU AOS INFERNOS - Como homem, morreu; porém, como ser espiritual que era, voltou à vida. E como ser espiritual, foi e pregou aos espíritos encarcerados (1Pedro 3,18-19).

AO TERCEIRO DIA, RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS - Cristo morreu por nossos pecados, como dizem as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia (1Coríntios 15,3-4).

SUBIU AOS CÉUS, ONDE ESTÁ SENTADO À DIREITA DE DEUS PAI TODO-PODEROSO - O Senhor Jesus foi levado ao céu e se sentou à direita de Deus (Marcos 16,19).
DE ONDE HÁ DE VIR PARA JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS - Ele nos enviou para anunciar ao povo que Deus o constituiu juiz dos vivos e dos mortos (Atos 10,42).
CREIO NO ESPÍRITO SANTO - Pois Deus encheu nosso coração com o seu amor por meio do Espírito Santo que nos deu (Romanos 5,5).
CREIO NA IGREJA QUE É UNA - Para que todos sejam um, como tu, Pai, em mim e Eu em ti; que eles sejam também um em Nós para que o mundo creia que Tu me enviaste (João 17,21; João 10,14; Efésios 4,4-5).

É SANTA - A fé confessa que a Igreja... não pode deixar de ser santa (Efésios 1,1). Com efeito, Cristo, o Filho de Deus, a quem o Pai e com o Espírito Santo se proclama o Santo, amou a sua Igreja como sua esposa (Efésios 5,25). Ele se entregou por ela para santificá-la, a uniu a Si mesmo como seu próprio corpo e a encheu do dom do Espírito Santo para a glória de Deus (Efésios 5,26-27). A Igreja é, portanto, o povo santo de Deus (1Pedro 2,9) e seus membros são chamados santos (Atos 9,13; 1Coríntios 6,1; 16,1).

É CATÓLICA - E Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e nem o poder da morte poderá vencê-la (Mateus 16,18). Possui a plenitude que Cristo lhe confere (Efésios 1,22-23). É católica porque foi enviada em missão por Cristo à totalidade do gênero humano (cf. Mateus 28,19).
É APOSTÓLICA - O Senhor Jesus dotou a sua comunidade de uma estrutura que permanecerá até a total consumação do Reino. Antes de mais nada houve a escolha dos Doze Apóstolos, tendo Pedro como cabeça (cf. Mateus 3,14-15), visto que representavam as Doze Tribos de Israel (cf. Mateus 19,28; Lucas 22,30). Eles são os fundamentos da Nova Jerusalém (cf. Apocalipse 21,12-14). Os Doze (cf. Marcos 6,7) e os outros discípulos (cf. Lucas 10,1-2) participaram da missão de Cristo, em seu poder e também em sua sorte (cf. Mateus 10,25; João 15,20). Com todas estas providências, Cristo preparou e edificou a sua Igreja (2Timóteo 2,2).
CREIO NA COMUNHÃO DOS SANTOS - Depois disso, olhei e vi uma grande multidão de todas as nações, raças, línguas e povos. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro, e eram tantos que ninguém podia contá-los (Apocalipse 7,9).
NO PERDÃO DOS PECADOS - Aqueles a quem perdoares os pecados ser-lhe-ão perdoados (João 20,23).

NA RESSURREIÇÃO DA CARNE - Cristo dará nova vida a seus corpos mortais (Romanos 8,11).
E NA VIDA ETERNA - Ali não haverá noite e os que ali vivem não precisarão da luz da lâmpada, nem da luz do sol, porque Deus, o Senhor, lhes dará sua luz e eles reinarão por todos os séculos (Apocalipse 22,5).
AMÉM - Assim seja! Vem, Senhor Jesus! (Apocalipse 22,20).
Existem duas formas de se rezar o Credo
 Padre Antônio Justino Filho, conhecido como padre Toninho da Comunidade Canção Nova, explicou que a primeira, denominada Credo niceno-constantinopolitano, é resultado dos primeiros concílios ecumênicos da Igreja: o Niceno, de Niceia, no ano 325, e o de Constantinopla, em 381.

O sacerdote disse que esta oração ainda é muito comum nas grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente. Ela pode ser rezada nas Celebrações Eucarísticas dependendo da liturgia, o que acontece, normalmente, em ocasiões solenes.

Mas há uma forma mais resumida desta oração, o qual é chamado 'símbolo dos apóstolos', ou seja, o Credo que se reza normalmente na Santa Missa no momento da Profissão de Fé.

“Nós temos o 'símbolo dos apóstolos', assim chamado por ser considerado o resumo fiel da fé deles, um antigo símbolo da fé batismal da Igreja de Roma e sua grande autoridade vem do seguinte fato: ele é o símbolo guardado pela Igreja Romana, aquela na qual Pedro, o primeiro apóstolo, teve a sua fé e para onde ele trouxe a comum expressão de fé, opinião comum. Isto quem diz é Santo Ambrósio, um grande Santo da Igreja”, informou padre Toninho.

O sacerdote ressaltou que o Credo niceno constantinopolitano é o mais completo símbolo de fé. Contudo, este resumo de fé dos apóstolos aconteceu para facilitar a vida da Igreja e dos cristãos, já que a oração fruto dos dois Concílio é um Credo um pouco mais extenso.




terça-feira, 26 de janeiro de 2016

VOCAÇÃO - Adauci de Morais Silva.

A Felicidade e a Busca do Homem em Ser Feliz: Volta-te Pra Si Mesmo.
A felicidade é um oásis emanado sem motivos que emergi, presumivelmente, sem evidenciar causas. Ela suscita acepção a existência humana, desvela-se nas coisas mais insignificantes da vida e sobre-excede o nosso olhar para avistar o além do perceptível dispondo de desígnio para sorrir, ainda que a alegria se encontre escassa.
As pessoas, de vez em quando, não depreendem que nem sempre a felicidade coexistirá entrelaçada com a alegria. Pois, ambas são coisas distintas.
A alegria subsiste de motivos e coisas externas. A felicidade, contrariadamente, não tem motivos e muito menos coisas que subsista a circunstância da sua existência, uma vez que o sentido da sua essência situa-se unicamente em si mesma. Por tal motivo, é possível ao homem ser feliz sem assentar alegria.
É imprescindível que o homem se encontre em si mesmo, realizer-se como ser humano, obtenha o sentido da vida independentemente das escolhas realizadas, como também, compreender que a felicidade tem como um dos fatores consistente à realização humana de se encontra verdadeiramente onde deveria estar, pois mesmo na ausência da alegria, a felicidade tem força suficiente para permanecer motivando a caminhada quando se tem, ainda, algo pelo que lutar.
Por vezes, as pessoas perpassam na vida buscando auferir a felicidade por intermédio de um objetivo e esquecem que nem constantemente o objetivo final é o mais imprescindível. Às vezes, a maior realização do homem se esconde no processo de atingir a um fim.
A princípio é inescusável apreender que o processo de qualquer caminhada é tão importante quanto o porte da chegada. Não se deve viver para os resultados, dado que quem vive para eles tornam-se intransigentes consigo mesmo e são suscetíveis de romper com seus próprios valores.
A maior consistência da infelicidade humana é derivada da insistência em viver para os resultados. Assim, quando o objetivo é alcançado ele perde a sua própria existência, visto que o homem não é mais o mesmo.
A própria caminhada já é um jeito de ser feliz. Ela não deve ser uma tristeza, não obstante, um prazer. Muitas vezes, para alcançar o mistério da caminhada é preciso desacelerar os passos antes de surgir uma grande perda de si mesmo.
Existem pessoas que na caminhada acabam ficando pelo caminho sem nenhuma possibilidade de continuidade, porque se fixaram em um itinerário incongruente a sua realização humana. A incongruência é um modo de morrer antes do tempo. Assim, cada um carece encontrar-se em seu devido lugar. Ninguém é uma árvore para não poder sair do lugar. Uma árvore inserida em um solo inoportuno as suas características naturais não produz fruto algum e com o tempo fenecerá.
A conduta de ser feliz é muito mais importante do que o ato de evidenciar a felicidade para os outros como se ela fosse uma coisa. Quem sobrevive buscando a felicidade em nenhum momento colidirá com ela, em razão dela não ser um lugar, coisa ou algo perdido. Pode-se dizer de maneira simples que a felicidade é um estado interior em que o homem se encontra.
É vital diligenciar que não se retenha a concepção de felicidade com base na vida das outros ou de seus projetos, pois o que alguém indaga sobre a felicidade das outras pessoas é que nada sabe sobre elas.
Autor: Adauci de Morais Silva.

Cores Litúrgicas