terça-feira, 14 de julho de 2015

Culto aos Santos e suas imagens

Antes de mais nada é preciso distinguir um ícone de um ídolo. Ambos são imagens, mas são completamente distintas. Um ídolo (em grego, εἴδωλον, eidolon) é uma criatura que é colocada no lugar de Deus. Um deus falso. E isto é proibido pelo primeiro mandamento da lei de Deus.

Já o ícone (em grego, εἰκών, eikon), embora seja também uma imagem, uma criatura feita por mãos humanas, não é colocada no lugar de Deus, mas sim remete a Ele. Como uma janela que se abre para Deus.

Fica claro, então, que a primeira é proibida e a segunda não. No entanto, os protestantes radicalizam e condenam qualquer tipo de imagem, o que não resolve o problema, pois as imagens estão por toda parte: na esposa, no esposo, nos filhos, na natureza, etc., tudo pode ser janela transparente para louvor a Deus. Ou pode ser ídolo. Depende de como se olha para essas imagens. Diante de qualquer criatura há sempre uma escolha a ser feita: ícone ou ídolo? Para Deus ou no lugar de Deus?

O culto aos santos é lícito, pois até mesmo a Sagrada Escritura atesta isso, quando a Virgem Santíssima, em seu canto Magnificat, afirma: “Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1,48) e o próprio Jesus Cristo por diversas vezes se refere às pessoas como sendo “bem-aventurados, felizes”. Ora, Ele mesmo está louvando tais pessoas, chamando a atenção para ação de Deus em tais criaturas. Esses são os santos.

Quando os católicos veneram um santo, o que fazem é tão somente louvar a Deus e agradecer por Ele usar seres humanos, frágeis, para realizar a Sua obra. No caso de um ícone, que recorda alguma criatura, a mesma regra se aplica.

Portanto, é licito venerar imagens, inclusive ajoelhar-se diante delas, falar com os santos diante das imagens, beijá-las, acender velas, oferecer flores, tudo isso é permitido. O II Concílio de Niceia é claro ao dizer que o culto prestado à imagem não se dirige a ela, mas sim ao protótipo, ou seja àquele que está no céu. Deus resplandece na sua glória naquela criatura.

Assim, ajoelhar-se diante de uma imagem da Virgem Santíssima pode ser considerado uma idolatria? Depende. Se ela for tratada como um ídolo, sendo colocada no lugar de Deus, sim. Mas, se ela for uma janela que conduz para Deus é tão somente o mistério do ícone: que conduz para o culto e o louvor a Deus na glória eterna que só a Ele pertence.

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Pequeno estudo sobre as traduções das obras patrísticas

Pequeno estudo sobre as traduções das obras patrísticas




 A importância das traduções patrísticas pode ser avaliada segundo perspectivas muito diversas. Sob o perfil estritamente filológico restituem, sobretudo, obras que se perderam nas suas línguas originais. O caso mais típico é aquele dos autores condenados, como Nestório, transmitido em siríaco e nas citações latinas de Facundo de Ermiane, enquanto algumas das suas homilias substituem em grego sob o nome de João Crisóstomo, Orígenes (em latim), Eusébio de Emessa (em armênio e em latim), Teodoro de Mopsuéstia (em siríaco e em latim), Severo de Antioquia (sobretudo em siríaco e em copta), Timóteo Eluro (em armênio). Mas existem muitas obras cujo original parece ter desaparecido por razões acidentais como Irineu, que subsiste em latim e em armênio, Metódio de Olimpo (em páleo-eslavo), Hipólito (em armênio e em georgiano) etc.

Em outros casos as traduções restituem recensões melhores, ou simplesmente mais antigas, em relação aos testemunhos conservados em tradição direta. Por exemplo, em copta não se traduz mais do grego a partir da invasão árabe (século VII) ou talvez até antes; as traduções etiópicas do grego são anteriores ao século VII; as traduções armênias “helenófilas” remontam provavelmente ao século VI; manuscritos excepcionalmente antigos subsistem em siríaco (de Theophania e de outras obras de Eusébio de Cesareia existe um códice do ano 411), e em latim se transmitem, por exemplo, algumas traduções feitas nos ambientes de Cassiodoro próximo do fim do século VI (João Crisóstomo, In ep. Ad Hebraeos; Fílon de Carpasia, In Canticum, canticorum etc.).

Além disso, o processo de tradução tem um indubitável valor cultural, na medida em que representa, ao menos em um primeiro momento, a importação de conceitos teológicos novos, para os quais se torna frequentemente necessário encontrar equivalentes e também adaptações, com efeitos propulsores sobre uma determinada cultura literária. Esse processo de elaboração cultural é evidente, por exemplo, no De Deo de Eznik de Kolb, que retoma e sintetiza uma longa série de fontes que talvez o próprio autor traduziu para o armênio. Mas não se pode esquecer as discussões provocadas em latim e em siríaco pela terminologia trinitária e cristológica grega (hypostasis, physis, ousia), os audazes neologismos de Tertuliano (sacramentum) ou também as polêmicas suscitadas nos tempos carolíngios, pela distinção entre proskynesis e latreia.

1. Árabe. Por alguns indícios parece verossímil que, no período pré-islâmico (séculos VI-VII), se tenha traduzido, de maneira ocasional, do siríaco e do grego, mas as primeiras traduções sistemáticas foram realizadas sobre modelos siríacos, em ambiente nestoriano ou monofisista, provavelmente na metade do século VII, pouco depois do nascimento do Islã. Durante o primeiro milênio se traduzem, sobretudo em ambientes melquitas, muitíssimas obras, também do grego, no Egito do copta, na Palestina do aramaico palestinense. A língua de chegada é um dialeto ainda relativamente pouco influenciado pelo standard dos textos clássicos muçulmanos, ao qual foi dado o nome de “árabe-cristão”. Algum escrito científico foi traduzido do pahlavi. Graças à expansão do Islã, o árabe, cujo conhecimento se difunde em todo o âmbito mediterrâneo, na Etiópia, no Oriente Médio, na Ásia central e no Cáucaso, torna-se modelo de traduções para outras línguas: georgiano, etiópico, armênio e, na Espanha, talvez por meio de intermediários ibéricos, para o latim. Seja recordado que a este último grupo de traduções se deve a chegada, ao Ocidente, da filosofia aristotélica que teve nos séculos XII-XIII uma incidência direta sobre as grandes sínteses da teologia escolástica.

2. Aramaico palestinense (ou aramaico cristão). Nesta língua utilizada no primeiro milênio pelas comunidades melquitas palestinenses subsistem algumas traduções patrísticas realizadas sobre modelos gregos.

3. Armênio. A partir ao menos dos inícios do século V até a Idade Média adiantada (século XII) se traduz um relevante número de textos de modelos siríacos e gregos. Alguns textos foram traduzidos do árabe depois da expansão do Islã (século VII). Para as traduções mais antigas admite-se uma periodização. Distinguem-se entre uma “idade áurea” (primeira metade do século V), uma “idade argêntea” (talvez na metade do século V, mas mais provavelmente de modelos gregos palestinenses, segundo um standard linguístico diverso daquele das traduções constantinopolitanas e asiáticas da idade áurea) e uma “idade helenófila”, caracterizada, com muitos delineamentos, por um literalismo muito acentuado (século VI). O armênio conserva muitas obras perdidas em grego, como os livos IV-V do Adversus haereses e a Epidexis de Irineu de Lion, alguns tratados autênticos e espúrios atribuídos a Fílon Alexandrino, homilias de Eusébio de Emessa, de Esíquio de Jerusalém e de Severiano de Gabala, a apologia Contra o Concílio de Calcedônia de Timóteo de Eluro, bem como fragmentos herméticos. De particular importância são as traduções dos antigos lecionários de Jerusalém, realizadas durante o século V. O armênio conserva também obras perdidas em siríaco, entre as quais se podem recordar textos autênticos e espúrios atribuídos a Efrém (os comentários ao Gênesis, ao Diatessaron, aos Atos dos Apóstolos, às epístolas paulinas, vários hinos entre os quais se destaca o Memre para Nicomédia).

4. Copta. Na primeira metade do século III, em concomitância com a criação do alfabeto, começa-se a traduzi do grego para uma língua que apresenta numerosas variantes “dialetais”. Remontam provavelmente a esta fase alguns textos de origem asiática: o De anima et corpore e o De Pascha (de Melitão de Sardes) e a homilia pseudobasiliana De templo Salomonis. No século IV observa-se uma descontinuidade, quando se começa a utilizar o saídico para traduzir muitos textos dos grandes autores patrísticos, em particular o de origem alexandrina. As traduções do grego cessam com a invasão árabe (século VII), ou talvez também antes. No século VII, depois da invasão islâmica, se traduz do copta para o árabe. Entre os textos de singular importância que se conservam em copta, além de obras propriamente patrísticas, como extensos fragmentos das cartas festais de Atanásio (perdidas em grego), são recordadas as obras gnósticas descobertas em Nag Hammadi e os textos maniqueus de Medinet Habu.

5. Etiópico. No século IV, enquanto se encaminha a cristianização do reino da Etiópia, com capital em Askum, inicia-se uma consistente atividade de tradução, frequentemente muito literalista, de modelos gregos. Entre as obras traduzidas neste período, que se estende até o século VI, assinalam-se, ao lado de muitos textos extracanônicos, o Qerellos, isto é, uma particular recensão dos atos do Concílio de Éfeso (431), e uma recensão pouco estudada do Fisiólogo. Depois vem um período de silêncio, do qual restam só poucos testemunhos numismáticos e grafites, que se encerra com a dinastia salomônida, quando floresceram as traduções do árabe. No século XV, talvez por meio de comunidades etíopes da Terra Santa são realizadas algumas traduções de textos ocidentais (latinos e provavelmente italianos).

6. Georgiano. As primeiras traduções em georgiano, remontantes provavelmente ao século V, foram realizadas sobre modelos armênios, gregos e siríacos. Posteriormente (século VIII), em âmbito sinaítico e palestinense se traduz do árabe. Finalmente, no século X, no mosteiro atônita de Ivron, volta-se a traduzir do grego. De particular importância são as traduções, de intermediários armênios, de obras perdidas de Hipólito e as dos antigos lecionários de Jerusalém, realizadas sobre modelos gregos entre a segunda metade do século V e o século VIII.

7. Gótico. Entre poucos fragmentos literários sobreviventes contam-se a Skeireins, uma tradução do grego, realizada provavelmente nas proximidades de 400, do perdido comentário de Teodoro de Heracleia a João, e um calendário de origem constantinopolitana.

8. Grego. Não obstante a generalizada indiferença da cultura grega para com as línguas “bárbaras”, existem numerosas traduções gregas patrísticas do latim, como os atos dos mártires scillitanos e de Felicidade e Perpétua (talvez do século III); a Epistula 70 de Cipriano de Cartago, que do grego, uma vez inserida nas coleções canônicas, será traduzida também para as línguas orientais; algumas obras de Jerônimo (De viris illustribus e Vitae Patrum); o apêndice acrescenta de Rufino até a História eclesiástica de Eusébio de Cesareia, o Dialogus e a Regula pastoralis de Gregório Magno, traduzidos pelo seu sucessor, o papa Zacarias. Umas tantas obras de Agostinho serão traduzidas em Constantinopla apenas no século XIII. Ocasionalmente se traduziu para o grego também do armênio (Agatangelo e Narratio de rebus armeniae), do georgiano (Barlaam e Ioasaph) e do siríaco (Bardesane, Efrém, obras hagiográficas etc.).

9. Irlandês. Remontam ao século VII as primeiras traduções, entre as quais predominam aquelas de apócrifos neotestamentários que, porém, com frequência são reescritos.

10. Latim. Às traduções patrísticas do grego pode-se aplica a mesma periodização aceita para as obras profanas: tadio-antigo (até 750 aproximadamente), idade carolíngia (séculos IX-X), a baixa Idade Média e o Humanismo. As primeiras obras traduzidas do grego, provavelmente já antes do fim do século II, são o Pastor e a I Clementis. Em torno do ano 400 destacam-se os trabalhos de Rufino e Jerônimo, que contribuíram em medida relevante para preservar as obras de Orígenes, que depois iriam ser destruídas no mundo grego. Ao mesmo período (ou talvez antes) remonta a tradução do Adversus haereses de Irineu. Durante a polêmica pelagiana, ao redor do ano 420, coloca-se a atividade tradutória de Juliano de Eclano (para o comentário aos salmos de Teodoro de Mopsuéstia) e de Aniano de Celeda (obras de João Crisóstomo para empregar na polêmica contra Agostinho). Facundo de Ermiane, na Defensio trium capitulorum recolhe, em torno de 550, um consistente número de citações de obras, também perdidas, de Nestório. No Vivarium de Squillace Cassiodoro promove a tradução de obras gregas, entre as quais se contam o Comentário ao Cântico de Fílon de Carpásia e a História tripartita de Epifânio escolástico (que reúne várias fontes gregas). No século IX atuam João Scotus (Pseudo Dionísio e Máximo, o Confessor) e Anastácio, o Bibliotecário (textos hagiográficos). Na segunda metade do século XII pode-se recordar a excepcional atividade de Burgúndio Pisano, que traduziu também muitas obras de interesse profano. Em latim subsistem também algumas traduções muito antigas do grego de textos judaicos (Duae viae; Pseudo-Fílon, Antiquitates biblicae). A Interrogatio Iohannis, um texto bogomilo, conserva-se em uma tradução latina dos inícios do século XIII cujo modelo, sobretudo o grego quanto o búlgaro, se perdeu. Algumas Cartas de Antão abade, cujo único manuscrito grego foi destruído, se conserva exclusivamente em uma tradução latina da era humanística.

11. Nubiano. Nesta língua, usada por alguns agrupamentos cristãos nos confins do Egito e o Sudão, em uma área já quase completamente tomada pelas águas da represa de Assuã, foram traduzidos (nos séculos VIII-XI aproximadamente) alguns textos hagiográficos e patrísticos, de modelos gregos, coptas e provavelmente também árabes.

12. Pahlavi (ou Médio-Persa).Já antes do século VII, existiam traduções do siríaco, mas as menções cristãs são muito poucas, visto que quase todas aquelas das quais se tem conhecimento referem-se a obras científicas ou textos maniqueus.

13. Paleoeslavo. As primeiras traduções do grego são realizadas em concomitância com a missão de Cirilo e Metódio (século IX). Não obstante a sua data relativamente tardia as versões eslavas se revestem de notável importância, porque dependem de modelos gregos em maiúscula (que, portanto, não sofreram transliteração). Além de alguns apócrifos, pode-se recordar o corpus das obras de Metódio de Olimpo. Na Croácia foi traduzido também do latim.

14. Siríaco. Não existe um elenco atualizado da grande massa exterminada de obras traduzidas do grego para o siríaco, das quais muitas se perderam na língua original. Todavia, entre as indicações trazidas sistematicamente pela Clavis Patrum Graecorum, aparecem como particularmente importantes as obras de autores condenados, como Evágrio, Nestório, Teodoro de Mopsuéstia e Severo de Antioquia, mas também textos cujo original grego se perdeu ou subsiste em fragmentos, como a Apologia de Aristides, a Theophania de Eusébio de Cesareia, o Contra Manichaeos de Tito de Bostra e o De mensuris et ponderibus de Epifânio de Salamina.

15. Sogdiano.  Numerosos manuscritos cristãos, maniqueus e budistas nessa língua morta da Ásia central foram descobertos em Turfã, no Turquestão chinês. Os textos cristãos são em geral traduções do siríaco realizadas antes do século IX.

16. Outras Línguas. Já antes do século X traduções patrísticas ocasionais, que em alguns casos tomam o caminho das “vulgarizações” (isto é, de transposição mais ou menos literais para uma língua românica), são atestadas em muitas línguas europeias medievais.

17. Cristianismo e Budismo. Por meio de intermediários siríacos e sogdianos alguns toques clássicos e judeu-cristãos foram acolhidos na literatura budista tardia (ao passo que o Romance de Barlaam e Ioasaph seguiu o percurso inverso, do budismo para o ocidente). Até agora foram estudados predominantemente os temas derivados do NO e da primeira literatura apócrifa cristã, que são mais reconhecíveis, mas a elaboração judaica dos “dois caminhos” chegou até a China, onde a presença cristã e maniqueia é atestada já nos séculos VII-VIII. Textos cristãos foram traduzidos também para o uiguro.

18. O Romance de Barlaam e Ioasaph. Apresenta um caso muito interessante de transmissão multicultural. O texto grego traduz a redação georgiana de Eutímio Agiorita, composta ao redor do ano 1000 a partir de materiais árabes do século VIII que, por sua vez, retomam, por intermediários provavelmente sogdianos, as tradições sânscritas relativas ao nascimento de Buda. A tradução latina do Romance (1047) está na origem de numerosas traduções em línguas europeias medievais.

19. O Romance de Alexandre do Pseudo-Calistene. Mesmo nascendo como obra pagã, foi “adotado” em âmbito cristão e se difundiu por meio de uma complexa fieira de traduções, reelaborações e citações em quase todas as línguas orientais e, a partir do latim, para muitas línguas da Idade Média ocidental.



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2) Sobre o aramaico palestinense:

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3) Sobre o armênio:

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4) Sobre o copta:

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5) Sobre o etiópico:

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P. Marrasini, Taduzioni e citazioni dal greco in copto ed etiópico, in I Greci, Storia, Cultura, Arte, Società, vol. III, cit., pp. 985-1008;

P. Piovanelli, Les aventures des apocryphes em Éthiopie, in Apocrypha, 4 (1993), pp. 197-224;

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6) Sobre o georgiano:

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7) Sobre o gótico:

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8) Sobre o grego:

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9) Sobre o irlandês:

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Traduction et traducteurs au moyen âge. Actes du colloque international du CNRS organisé à Paris... 26-28 mai 1986, ed. G. Contaime, Paris 1989;

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S. Lundström, Übersetzungstechnische Untersuchungen auf dem Gebiete der christlichen Latinität, Lund 1955 (Lunds universitets årsskrift N.f. avd. 1,51, 3);

O. Reimherr, Irenaeus Lugdunensis with the assist. Of F. E. Cranz, in Catalogus translationum et commentariorum: Medieval and Renaissance. Annotated lists and Guides, vol. VII, Washington 1992, pp. 13-54;

Manuale Crisolora e il ritorno del Greco in Occidente. Atti del Convegno Internazionale (Napoli, 26-29 giurno 1997), aos cuidados de R. Maisano e A. Rollo, Napoli 2002;

H. Jacobson, A Commentaru on Pseudo-Philo’s Liber Antiquitatum Biblicarum: with Latin text and English translation, voll. I-II, Leiden 1996 (Arbeiten zur Geschichte des antiken Judentums und des Christentums, 31);

E. Bozóky, Le livre secret des Cathares. Interrogatio Iohannis apocryphe d’origine bogomile, Paris 1980 (Textes, dossiers, documents 2).

11) Sobre o nubiano:

G. M. Browne, Literary Texts in Old Nubian, Wien-Mödling 1989 (Beiträge zur Sudanforschung, 5);

12) Sobre o Pahlavi:

A. M. Piemontese, Percorsi di testi narrativi greci in versione persiana, in Convegno Vettori e percorsi tematici nel Mediterraneo romanzo. Seminario: L’Apollonio di Tiro nelle letterature euroasiatiche dal Tardo-antico al Medioevo. Atti, aos cuidados de F. Beggiato – S. Marinetti (Medievo Romanzo e Orientale. Colloqui, 6), Soveria Mannelli 2002 (paixão de S. Partênope), pp. 135-143;

C. G. Cereti,  Le Croci di San Tommaso e la letteratura Cristiana in lingue medioiraniche, in Studi in onore di Umberto Scerrato per il suo settantacinquesimo compleanno, aos cuidados de M. V. Fontana – B. Genito, Napoli 2003 (Università degli Studi di Napoli “L’Orientale”. Dipartimento di studi asiatici. Series minor, 65), pp. 193-206;

C. A. Nallino, Trace di opere greche giunte agli arabi per trafila pehlevica, in A volume of Oriental studies presented to Edwad G. Browne on his 60th birthday (7 February 1922), ed. T. W. Arnold – R. A. Nicholson, Cambridge 1922, pp. 344-363.

13) Sobre o páleo-eslavo:

F. J. Thomson, Towards a typology of erros in Slavonic translations, in Christianity among the slavs. The heritage of Saints Cyril and Methodius: Acts of the International Congress held on the eleventh centenary of the death of St. Methodius, Rome, October 8-11, 1985, under the direction of the Pontifical Oriental Institute (venue – Pontifical University “Urbaniana”), ed. E. G. Farrugia – R. F. Taft – G. K. Piovesana, in OCA, 231 (1988), p. 351-380;

N. Molnár,  The Calques of Greek Origin in the Most Ancient Old Slavic Gospel Texts: a theorical examination of calque phenomena in the texts of the archaic Old Slavic Gospel codices, Köln-Wien 1985 (Slavistishe Forschungen, 47);

A. de Santos Otero, Die Handschriftliche Überlieferung der altslavischen Apokryphen, vol. I, PTS 20;

A. Vaillant, Le De autexusio  de Méthode d’Olympe, PO, 22, 5, pp. 628-888;

DPAC 2, 2575-2581.

14) Sobre o siríaco:

S. Brock, Limitations of Syriac in Representing Greek, in B. Metzger,  The Early Versions of the New Testament: Their Origin, Transmission, and Limitations, Oxford 1977, pp. 83-98;

S. Brock, Aspects of translation technique in antiquity, in Greek Roman and Byzantine Studies, 20 (1979), pp. 69-97 [rist. Id., Syriac perspectives on late antiquity, London 1984 (Collected studies, CS 199), num. III];

S. Brock, Towards a History of Syriac Translation Techinique, in III Symposium Syriacum, 1980. Les contacts du monde syriac avec les aures cultures (Goslar, 7-11 Septembre 1980), ed. R. Lavenant, in OCA, 221 (1983), pp.1-14 [Id., Studies in Syriac Christianity: History, Literature and Theology, London 1992, num X];

H. Suermann, Anmekungen zur Sprache der Übersetzungen und Kommentare von Aristoteles und Porphyrios bei Probus, in VI Smposium syriacum 1992: University of Cambridge, Faculty of Divinity, 30 August – 2 September 1992, ed. R. Lavenant, in OCA, 247, pp. 393-400;

C. A. Ciancaglini, Traduzioni e citazioni dal Greco in siriaco e aramaico, in I Greci, Storia, Cultura, Arte, Società, vol. III, cit., pp. 1009-1022.

15) Sobre o sogdiano:

O. Hansen, Die buddhistiche und christliche Literaur, in Iranistik, vol. I, Leiden-Köln 1968, pp.77-99;

D. N. Mackenzie, Christian Sogdian Notes, in Bulletin of the School of Oriental and African Studies, 33 (1970), pp. 116-124;

N. Sims-Williams, The Christian Sogdian Manuscript C2, Berlin 1985 (Schriften zur Geschichte und Kultur des alten Orients. Berliner Turfantexte, 12).

16)  Sobre outras línguas:

T. N. Hall, Herod’s Burning of the Jewish Genealogies in Gydinga Saga  and in the Second Old Norwegian Epiphany Homily, in Mediaeval Studies, 61 (1999), pp. 173-204 (Eusebio di Cesarea e Gregorio Magno);

O. Hjelde, Norsk preken I det 12.århundre: Studier I gammel norsk homiliebok (Homilias norueguesas do século XII. Estudo sobre o antigo homiliário norueguês), Oslo 1990 (sobretudo Beda e Gregório Magno, talvez por meio do homiliário de Paolo Diácono).

17) Sobre o cristianismo e o budismo:

A. Mingana, The Early Spread of Christianity in Central Asia and the Far East, in Bulletinof the John Ryland’s Library, 9 (1925), pp. 297-371; 10 (1926), pp. 443-446;

S. N. C. Lieu, Manichaeism in Central Asia and China, Leiden 1998 (Nag Hammadi and Manichaean studies, 45), pp. 42-49 (uiguro), pp. 49-54 (chines);

J. D. M.. Derret, The Picnic, The Buddha, and St Matthew, in Journal of the Royal Asiatic Society, s. III, 14 (2004), pp. 73-79 (ecos dos Evangelhos Sinóticos);

G. A. van den Bergh van Esynga, Indische Einflüsse auf evangelische Erzählungen, Göttingen 1909 (com interpretações inesperadas);

Z. P. Thundy, Buddha and Christ: Nativity Stories and Indian Traditions, Leiden 1993 (Studies in the History of Religions, 60) (com interpretações incríveis);

J. H. Walker, An Argument from the Chinese for the Antiochene Origin of the Didache, in Studia patristia, vol. VIII, ed. F. L. Cross, Papers presented to the Fourth International Conference on Patristic Studies Oxford  (1963), TU 93, pp. 44-50.

18) Sobre o Romance de Barlaan e Iosaph:

G. R. Woodward – H. Mattingly, Barlaam and Iosaph, with an English translation. Introduction by D. M. Land, Cambridge, Mass. – London 1983 (Loeb classical library, 34, pp. XXXII-XXXV;

L. R. Mills, L’histoire de Barlaam et Josaphat. Vérsion champenoise d’après le ms. Reg. Lat. 660 de la Bibliothèque Apostolique Vaticane¸ Genève 1973;

M. Rindall, Barlaams ok Josaphats saga: manuscript no. 6 fol. in the Royal Library, Stokholm and Norwegian fragments (Corpus codicum Norvegicorum Medii Aevi. Quarto series, 6), Oslo 1980.

19) Sobre o Romance di Alexandre

La diffusione dell’eredità classica nell’età tardoantica e medieval. Il “Romanzo di Alessandro” e altri scritti. Atti del Seminario Internazionale di studio (Roma-Napoli, 25-27 settembre 1997), aos cuidados de R. B. Finazzi – A. Valvo, Alessandria 1988 (L’eredità classica nel mondo orientale, 2);

Alexandre le Grand dans les literatures occidentales et proche-orientales, éds. L. Harf-Lancner – C. Kappler – F. Suard, Nanterre 2000.



FONTE

Literatura patrística / sob a direção de Angelo di Bernardino, Giorgio Fedalto, Manlio Simonetti; [tradução José Joaquim Sobral]. São Paulo: Editora Ave-Maria, 2010. pp. 1603 – 1613.

http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/estudos-patristicos/802-pequeno-estudo-sobre-as-traducoes-das-obras-patristicas