quinta-feira, 30 de abril de 2015

História Bíblica ( Resumo)

História Bíblica ( Resumo)

Alexandrina ou Septuagina : . Os Judeus de ALEXANDRIA chegaram a traduzir o Antigo Testamento para o Grego entre 250 e 100 antes de CRISTO, dando assim origem à Versão Alexandrina do Antigo Testamento, também chamada de “Dos Setenta Intérpretes”. Esta edição bíblica “grega” encerra (acolhe) os Livros que os Judeus de Jâmnia rejeitaram. Ora, acontece que os Apóstolos e Evangelistas, ao escreverem o Novo Testamento em grego, citavam o Antigo Testamento “alexandrino”, escrito em grego, mesmo quando diferia do texto em hebraico. Para comprovar estes fatos, basta ver MATEUS – 12,3(que cita Isaías 7,14) e HEBREUS – 10,5(que cita Salmo 40,7) (Estes escritos NÃO fazem parte da Bíblia dos Judeus de Jerusalém-Jâmnia). Por conseqüência, O Livro Sagrado de “Alexandria” foi o Livro que os Apóstolos e Evangelistas nos deixaram. Ora, se os Apóstolos eram, por todo tempo, inspirados e guiados pelo ESPÍRITO SANTO, então este Antigo Testamento de “Alexandria” é o que devemos aceitar. Este Antigo Testamento é o mesmo da Igreja Católica. Prevalece até hoje, na Igreja Católica, a consciência de que, Os Livros Sagrados tem de ser o mesmo adotado pelos apóstolos, posto que agiam sob a ação direta do ESPÍRITO SANTO. Em Vista disso os Concílios da Igreja Católica de Hippona (Ano 393) - Cartago III (Ano 397) - entre outros, definiram a Bíblia Católica, que posteriormente foi confirmada nos Concílios de Florença (1442) e Vaticano (1870).
Sínodo  de  Jâmia(Jerusalém) : , (Os Judeus) não tendo aceitado JESUS COMO O MESSIAS, trataram de impedir que se fizesse a “aglutinação” de Livros “Cristãos" (Novo Testamento) aos Livros Sagrados deles. (Antigo Testamento) Por causa deste problema os Judeus de Jerusalém se reuniram no Sínodo de JÂMNIA, ao sul da Palestina, por volta do ano 100 depois de CRISTO, a fim de estabelecer os critérios que deveriam caracterizar os livros inspirados por DEUS. Foram estipulados os seguintes critérios: Primeiro: O Livro Sagrado não pode ter sido escrito fora de Israel. Segundo: Não em língua aramaica ou grega ou outra língua estrangeira. (Os Evangelhos foram escritos em GREGO) Terceiro: Não depois de "Esdras".                                                                                                                                                                                                   
O sínodo de Jâmia- movimento nacionalista farisaico considerava Simão como messias e líder.   
Vulgata – Versão São jerônimo.: Concílio de Roma (382), Hipona (393) e Cartago (397) podemos encontrar uma lista definitiva dos livros canônicos sendo descrita, e cada um destes concílios reconheceu a mesma lista do anterior [19]. A partir de então, não houveram mais disputas sobre o cânon bíblico. A Igreja Católica deu a sua definição final do cânon da Bíblia no Concílio de Trento em 1546 - nomeando os mesmos 73 livros que já haviam sido incluídos desde o século 4.  Lembrando que a primeira bíblia impressa (bíblia de Gutemberg) foi impressa 50 anos antes da reforma protestante já completa.
A Bíblia Oficial da Igreja Católica, continua sendo, até os dias atuais, a Vulgata de São Jerônimo. Por ocasião do Concílio Vaticano II,  o Papa Paulo VI estabeleceu uma comissão especial, por mandato do Concílio Ecumênico Vaticano II,  com a finalidade de revisar as diversas traduções bíblicas, para facilitar um texto que pudesse facilitar os estudos bíblicos, especialmente onde fosse difícil as consultas em bibliotecas especializadas.  Em 22 de dezembro de 1977,  o Papa Paulo VI assim expressou-se aos cardeais e prelados da Cúria Romana: 
"Se pensa em um texto - acrescentamos - que respeite a letra da Vulgata de São Jerônimo, quando este reproduz fielmente o texto original,  tal como resulta das atuais edições científicas;  será prudentemente corrigido quando se aparte dele ou não interprete corretamente,  empregando com efeito, a língua da  latinitas bíblica cristã, de forma que se harmonizem o respeito às tradições e as sãs exigências críticas do nosso tempo." (AAS 59, 1967, págs. 53 ss.). 
Versão Protestante (Bíblia de Geneva, de 1599) : Bíblia de Geneva, continham uma nota de renúncia declarando que os livros Apócrifos não eram inspirados. Algumas edições da Bíblia de Geneva, de 1599, foram publicadas sem os Apócrifos. A primeira edição da Bíblia de Geneva trazia notas marginais criticando o texto dos Apócrifos". Uma observação bem importante: a Bíblia "de Geneva" foi rejeitada pela Igreja da Inglaterra (responsável pela tradução da KJV). Os tradutores anglicanos, no prefácio, também atacaram e abertamente denunciaram esta outra tradução protestante, por abandonar as palavras eclesiásticas tradicionalmente aceitas: "Infelizmente, tivemos que evitar a escrupolosidade dos puritanos, que abandonaram as antigas palavras eclesiásticas, e se entregaram a outras, como quando usam 'lavagem' ao invés de 'batismo' e 'congregação' ao invés de 'Igreja'" (cf. o prefácio original da KJV de 1611, p. 11, chamado "Ao Leitor"). Foi exatamente por esse motivo que o pseudo-erudito rei Tiago da Inglaterra, em pessoa, declarou que a versão de Geneva era, para ele, "a pior coisa que já aparecera"  Segue a orientação da Bíblia do Sínodo de Jâmia .

Versão Protestante (VersãoKJV–Rei James(Tiago) 1611): Em 1615, o arcebispo George Abbott, membro da Corte de Alta Comissão e um dos tradutores originais da versão da KJV de 1611, "proibiu a qualquer um que publicasse uma Bíblia sem os Apócrifos, sob pena de um ano de prisão" (Moorman, Forever Settled, p. 183). Esta ordem mirava principalmente os possuidores da Bíblia de Geneva que, em 1599, fora impressa sem os deuterocanônicos. Quanto ao argumento de que "a primeira edição da Bíblia de Geneva trazia notas marginais que criticavam o texto dos Apócrifos", Consequentemente, o rei Tiago introduziu a versão do rei Tiago (KJV), que se aproximava muito da Bíblia de Geneve, exceto nas notas marginais, motivo de sua fúria. Assim, a versão do rei Tiago originou-se do desgosto do rei pelos breves, mas influentes, comentários doutrinais; ele considerava tais notas marginais uma ameaça política para o seu reino. Para finalizar, qual era a posição dos livros deuterocanônicos na KJV? Vamos, então, conhecer a posição do próprio rei Tiago sobre os livros "Apócrifos": "Quanto às Escrituras, nenhum homem duvide: crerei nelas; para os Apócrifos, farei o mesmo que os antigos fizeram: continuarão a ser impressos e obrigatórios em nossas Bíblias, serão lidos publicamente em nossas Igrejas; eu os reverencio como escrituras provindas de homens bons e santos, mas como não eram encontrados no cânon, temos deles lição secundária (secundae lectionis) ou ordinis" [Thomas Fuller, The Church History Of Britain, Oxford, 1845]. Sabemos que o rei Tiago tenha a intenção de ter os "Apócrifos" em sua Bíblia, tanto que ele mesmo criou um Comitê de Tradução com uma estrutura bem específica, composto por seis equipes de tradutores, cada qual com 47 homens. Três equipes eram responsáveis pelo Antigo Testamento, duas pelo Novo Testamento e uma, especificamente, pelos "Apócrifos".

Versão Protestante (João Ferreira de Almeida 1645):   
Nunca foi padre como muitos protestantes pregam, mudou propositalmente palavras como ídolos para imagens em suas traduções  e outras adpatações.